Onde comi (e gostei) no Atacama

Tomei café da manhã por duas vezes no Roots Café (que também se chama Marley Café). Além da trilha sonora (Às vezes Jazz, às vezes new age, às vezes Raul Seixas), a comida também é interessante. Eles dizem ter o melhor café do Atacama (o que inclusive é a senha do Wi-Fi “elmejorcafe”), o que até onde eu consegui experimentar, é verdade.

Adobe: Talvez o mais “frequinho” dos restaurantes do Atacama. Uma fogueira no centro chama a atenção e protege do frio. A comida faz jus ao preço paulistano. Comi um peito de frango bem razoável e um “Camarão equatoriano a pil pil” fenomenal (eles te perguntam qual o ponto de picância que você quer. Fui de médio).

Delícias de Carmen (ou delícias de mercedes, como teimei em guardar): Recomendaram que eu comesse a Cazuela deles. Mas nas duas vezes que fui, havia acabado. Fiquei coma empanada (também recomendação) e fui feliz. A cerveja, como em praticamente todos os lugares que tomei no Atacama, é servida sem muita preocupação com o a temperatura.

Tierra Todo Natural: Tomei café da manhã um dia aqui. A lógica do restaurante é fiel ao nome: pães integrais, sucos de fruta gostosos, pratos saudáveis em geral.

Babalu Sorvetes: Uma sorveteria próxima ao Space Obs. Ali existem sabores “indígenas”, desde o clichê “Folha de Coca” até algumas (muitas) plantas e raízes locais. Vale experimentar.

La Plaza: Também me recomendaram a Cazuela deles, e também não tinha quando eu fui (tá osso). Mas tomei a sopa de tomate com umas Encilladas. Valeu a pena!

Blanco: Comi um salmão nesse lugar, com pêras e um molho meio adocicado. Bela pedida. O ambiente (os ambientes) é meio chiquetoso.

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