Pôr do sol, Pôr do ano. Ou o Réveillon “de dia”

Gosto de organizar minhas fotos, não apenas na vida real mas também no Facebook. Essa coisa metódica de ordenar cidades facilita eu rever (reviver) e transmitir aos amigos determinadas coisas sobre aquele lugar. E também por isso adoro quando ouço de alguém: “Suas fotos me deixaram com vontade de conhecer aquele canto”.

Além das cidades, também tenho álbuns especiais em que compilo fotos de duas coisas que gosto bastante: Festas de ano novo (http://migre.me/nSd4X) e Pores de Sol (http://migre.me/nSd7l). E é aqui que entra minha viagem para a Patagônia.

Esse ano resolvi tentar passar a virada do calendário gregoriano em uma cidade em que pudesse ver AO MESMO TEMPO o por do sol e o início de uma nova translação. Para isso, algumas premissas: Deveria ser no hemisfério sul, por conta do Verão (que torna os dias mais longos); Teria que ser BEM ao sul, pra que anoitecesse de verdade depois da meia noite; Teria que ser uma cidade relativamente grande, já que não há queima de fogos na Antártica, por exemplo.

Achei Punta Arenas, a cidade mais ao sul do globo que preenche estes requisitos. Uma cidade tão nublada que quase impediu que eu conseguisse ver o “Fenômeno”. Assim, relativamente a mim, o lado pra onde foi a queima de fogos mesmo já estava completamente escuro, mas em direção à fresta nas nuvens via-se os navios de pesquisa lançando seus sinalizadores para celebrar o começo de 2015.

Enfim, checked.

Eu 1 (1) Eu 2 (1) Eu 3 (1)

20 pra meia noite
20 pra meia noite