O que já comi de estranho por essas bandas

Por essa eu não esperava, mas a viagem tem sido um bocado gastronômica. Talvez aquela primeira aventura na Malásia tenha aberto as portas do preconceito e me liberado pra comer toda sorte de coisa estranha, sem medo de intoxicação alimentar.

Tudo somado, nessa rodada já comi: Hambúrguer de burro, “Ovo preto”, sopa de cachorro, “noodles” gelado, o famoso pato de Pequim e um bocado de coisas apimentadas. Noves fora, nada que me fizesse morrer de amores (tirando o Hambúrguer de burro, que é realmente bom). Mas também não fiquei com muito nojo de nada que eu experimentei. No fim, é tudo comida.

E chama atenção o fato de os asiáticos comerem praticamente tudo sem muito nojo. Não sei se são os tempos de guerra ou qualquer outra coisa na filosofia deles, as o fato é que não é comum eles desperdiçarem nada. Muitos pratos são feitos com partes de animais que dificilmente comemos (pés, pescoço, alguns órgãos internos…

Tem também uma certa cultura do bicho fresco. Nos mercados mais locais (e até em algumas redes do tipo Carrefour) não é difícil encontrar aquários com diversos animais vivos, como peixes, cobras, tartarugas e insetos em geral (o mais estranho pra mim, bicho da seda).

Diversas coisas que vão continuar fora do meu cardápio, mas que acho uma experiência interessante experimentar.

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Os guerreiros de Terracota

Aí que um dia uns chineses foram pro campo, tentar fugir de tanto Chinês. Quando eles tavam perfurando um poço pra caçar água, adivinha o que eles acharam? Sim, um monte de Chinês!!

Verdades à parte, é engraçado como são as referências culturais de cada um. Eu via os guerreiros de Terracota e imaginava uma bateria de escola de samba…

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